Twitteca: julho de 2009

Tudo no Twitter é bastante fugaz. A idéia deste post é resgatar alguns twitts interessantes que muitos não leram pela dinâmica efêmera das postagens ou simplesmente porque ainda não aderiram ao Twitter (não sabe o que é Twitter? Dê uma olhada neste tutorial):

A cada dia mais e mais políticos brasileiros vão adererindo ao Twitter.

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Todo meu apoio ao projeto de lei municipal 559/2009 que proíbe a venda de animais no Mercado Central de Belo Horizonte.

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O Google Street View está chegando ao Brasil. Alguns comentários meus numa matéria do IDGNow.

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A capa da Playboy deste mês foi a mulher-melancia-saci-wolwerine: não tem 1 perna, não tem umbigo, mas tem um punhal nos dedos.

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Caetano Veloso esteve aqui em BH. Continua sendo um intérprete fantástico, mas decididamente já não é mais o compositor e letrista brilhante da era pré-Tropicália 2.

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Teve gente reclamando no Twitter que este blog é “parcial”… tem algum que não seja? Tudo que se expressa por meio da linguagem é sempre parcial.

O máximo que se pode exigir de um juiz, jornalista ou blogueiro é independência. Imparcialidade não existe entre os humanos.

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Deborah Duprat deu um verdadeiro show nos 22 dias em que exerceu o cargo de Procuradora-Geral da República.

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Lavrador ficou 11 anos preso sem ir a julgamento no Espírito Santo.

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Site simula problemas de visão comuns.

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Aécio declara na final da Libertadores: “eu vou querer ser igual ao Cruzeiro hoje”.

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1 thought on “Twitteca: julho de 2009”

  1. Túlio, um discurso que gosto bastante e uso como referência é que não existe ser humano neutro (devido a toda a sua carga cultural que ele adquire no decorrer de sua história de vida). Contudo, a imparcialidade, que é distinta da neutralidade, pode ser adquirida. Ser imparcial é reconhecer que não se é neutro diante dos fatos, e buscar racionalizar sua postura para equilibrar o seu julgamente, tendo tal ponderação em mente. Ser imparcial é buscar ser equidistante das partes envolvidas.
    Se busca no Judiciário tal característica, assim como no meio jornalístico (se bem que o debate de parcialidade no jornalismo não me preocupa, o que não gosto é de veículos que se dizem imparciais e não são. Assumir a parcialidade, nesse caso, seria mais desejável, pois não seria um erro e não haveria engano do público)

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